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PRINCIPAIS DIFERENCIAIS DA TECNOLOGIA TERMOLIX:
FAQ sobre a tecnologia Termolix:
Não. O processo de pirólise é muitas vezes confundido com o de incineração, principalmente quando associado ao tratamento térmico de resíduos. Difere-se da incineração em muitos aspectos, sendo os mais significativos: a atmosfera (redutora no processo de pirólise – ambiente virtualmente livre de oxigênio; oxidante e com grandes excessos de ar no processo de incineração), reutilização dos gases provenientes do processo (na pirólise, em função da degradação térmica os gases possuem PCI elevados ao contrário da incineração, que não possui PCI nos gases de processo) e transformação dos resíduos em carvão – com possibilidades de alterar a classe do resíduos para CLASSE 2A, sendo que, na incineração os resíduos são transformados em cinzas, caracterizados como CLASSE I (conforme CONAMA 316/02).
Depende da tipologia dos resíduos. Resíduos de origem carbonácea são obrigatoriamente transformados em carvão, conhecido como bio-carvão ou carvão de pirólise. No processo, não são transformados em carvão materiais inorgânicos - metais, vidro, solos e outros. Processos de pirólise que geram cinzas como resultante do processo não podem ser considerados pirólise, e sim incineração. Outros processos de pirólise específicos para o tratamento de outras substâncias não perigosas podem gerar adicionalmente óleos e energia elétrica.
Não. A tecnologia de pirólise é capaz de processar diversas tipologias: resíduos de cadeia produtiva, biomassas, resíduos de serviço de saúde, resíduos sólidos urbanos, dentre outros - e, assim como a incineração e conforme legislação para ambas tecnologias, são proibidos a incineração e pirólise de materiais radioativos, quimioterápicos, genotóxicos e reveladores radiográficos, por exemplo.
Depende dos resíduos a serem termovalorizados. Resíduos com baixa umidade e similares a poliésters, borrachas, EVA e PVC têm a característica de geração de grandes quantidades de gases de processo e de menores quantidades de carvão de pirólise. Resíduos de serviço de saúde podem gerar até 37% de fase sólida - 12% de carvão e 25% materiais inertes, tais como agulhas e vidros, por exemplo.
Para se ter certeza da quantidade de carvão a ser gerada após a termovalorização de resíduos pela tecnologia Termolix é necessário realizar ensaios prévios. É importante salientar que a Atteris já possui amplo conhecimento do processo de pirólise e possui diversos ensaios realizados, assim como todo know-how para auxiliar sua organização a realizar o processo correto, seguro e eficaz através da tecnologia Termolix.
O PCI típico do carvão proveniente da tecnologia Termolix é de aproximadamente 6.600 KgCal/Kg, podendo variar em função dos resíduos termovalorizados. Compara-se ao coque de petróleo (7.100 KgCal/Kg), sendo superior ao poder calorífico da serragem seca (4.900 KgCal/Kg) e carvão mineral betuminoso (6.300 KgCal/Kg).
Frente à grande necessidade do produto, uma vez que o Brasil não possui reservas significativas para atender todo o mercado, empresas do setor siderúrgico, termoelétrico, indústrias químicas, ceramistas e empresas que possuem caldeiras à biomassa são potenciais clientes para a utilização do carvão proveniente do processo Termolix®.

É realmente uma tecnologia diferenciada. Nunca imaginamos uma tecnologia tão aprimorada com desenvolvimento 100% nacional.

• Julio Tocalino - Revista Meio Ambiente Industrial •

A matéria veiculada em nossa revista, intitulada a cura do lixo hospitalar representa exatamente a surpresa com uma tecnologia tão bem concebida.

• Hiran Firmino - Revista Ecológico •